SOBRE:
A Gente Filmes é uma produtora audiovisual que, há mais de uma década, cria e produz conteúdo com o objetivo de transcender fronteiras. Estabelecida como uma força pioneira no mundo dos documentários, a produtora se destaca por contar histórias que vão desde as vidas de indivíduos extraordinários até eventos históricos marcantes.
A Gente Filmes transforma histórias em experiências cinematográficas relevantes. Histórias da gente para o mundo.
Sócios
Fundou em 2010 a produtora multimidia AHH!, através da qual, criou a revista Efêmero Concreto, o festival CoCidade e coordenou campanhas politicas no âmbito municipal e nacional. Também foi sócio da casa de shows Mundo Pensante em São Paulo.
Começou a produzir documentários em 2016. Entre eles, a trilogia ”A impunidade Mata”, ”A impunidade Cega” e “A impunidade Cala” crimes contra comunicadores no Brasil. Também produziu ”Partido” e ”As Jardineiras”, ambos dirigido por César Charlone.
Além disso, é sócio da produtora A GENTE Filmes, que coproduziu ”Dorival Caymmi – Um Homem de Afetos”, ”O anseio da Alma”, ”Sangues de Campeões”, ”Fattoruso” e ”Maracanã”
Advogada especialista em propriedade intelectual, sócia fundadora do escritório Piazentin Advogados, há mais 10 anos presta assessoria jurídica a diversas empresas do ramo cultural, possuindo uma amplitude de conhecimento de toda a dinâmica das indústrias criativas, assessorando projetos, ações culturais e comerciais nas mais variadas áreas artísticas com especial enfoque no audiovisual e internacionalização de projetos. Foi Conselheira Municipal de Políticas Culturais de Balneário Camboriú, representante da Câmara Setorial de Audiovisual. É Presidente do FUNCINE – Fundo de Cinema de Florianópolis, Vice-presidente da Comissão de Direito às Artes e Cultura da OAB/BC e Coordenadora de Cultura Livre do Creative Commons Brasil.
Diretores
É um fotógrafo e cineasta uruguaio radicado no Brasil.
Começou sua carreira filmando comerciais e documentários no Brasil e na Suécia. Charlone trabalhou como fotógrafo nos filmes Palace II, Cidade de Deus, O Jardineiro Fiel (filme) e Ensaio Sobre a Cegueira de Fernando Meirelles.
Em 2004, ele foi indicado para o Oscar de Melhor Fotografia por seu trabalho no filme aclamado Cidade de Deus .
Em 2006, foi chamado para participar da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas (AMPAS)
Em 2007, dirigiu seu primeiro longa-metragem, O Banheiro do Papa , que foi selecionado pelo Uruguai como representante oficial para o Prêmio 80º Oscar de Melhor Filme Estrangeiro .
Em 2016, dirigiu 3%, a primeira série original brasileira da Netflix.
Em 2018, dirigiu o filme Partido
Fundou a produtora Coral Cine, através da qual roteirizou, dirigiu e produziu mais de uma dezena de longas-metragens documentários e filmes de ficção, muitos dos quais ganharam prêmios internacionais.
Em sua filmografia recente, Bednarik dirigiu e produziu diversos documentários. Entre eles, “Partido, (2024, Brasil-Uruguai) codirigido com César Charlone e Joaquim Castro, “Os Filhos da Montanha” (Uruguai-Itália, 2024), direção de Mercedes Sader e “Benedetti, 60 anos com Luz” (2023, Uruguai-Espanha) dirigido por Andrés Varela.
Em 2019, produziu o longa-metragem “Nacional, o filme”, dirigido por Santiago Bednarik. Em 2018, codirigiu “Sangre de Campeones” com Guzmán García, fechando assim uma trilogia sobre futebol, sociedade e política, composta por “Mundialito” (2010) e “Maracaná”.
Em 2016 produziu os documentários “Fattoruso”, dirigido por Santiago Bednarik, e “Mirando al Cielo”, dirigido por Guzmán García.
Além disso, produziu a série de documentários televisivos “Boliches, el corazón del barrio” (2013) dirigida por Andrés Varela, transmitida pelo Canal 10 Uruguai durante cinco temporadas, e “Still love” (2013), filme de estreia de Guzmán García.
Atualmente, ele está trabalhando em vários projetos notáveis. Como diretor, na segunda temporada de “Es Amor?” em coprodução com México e Brasil, como produtor executivo dos documentários “Arriba el telón” dirigido por Eliana Recchia, “Nos Casamos” de Guzmán García, e “Sangre candombera” dirigido por Santiago Bednarik.
A carreira da produtora e cineasta Mercedes Sader está intimamente ligada às artes. Como produtora de cinema da Coral Cine -produtora sediada em Montevidéu-, produziu nos últimos 12 anos diversos longas-metragens documentais, todos exibidos e premiados internacionalmente.
Duas vezes vencedora do Prêmio Pró-Cultura, produziu mais de 40 curtas-metragens experimentais em 16 mm de diferentes diretores, todos exibidos internacionalmente.
Sader é curadora e crítica de arte contemporânea e desde 2014 dirige a Black Gallery, uma galeria de arte que tem o compromisso de preservar o legado de figuras históricas uruguaias e incentivar a prática de artistas emergentes e consagrados, tanto local quanto internacionalmente.
Como realizadora de cinema, o seu mais recente filme, o documentário “Os filhos da montanha”, estreou-se em 2023.
Codiretor e produtor de Rompan Limites! (Quebre os limites!) Festival Internacional de Cinema Experimental, nos últimos três anos é diretora artística e codiretora geral do ARCA International Festival of Films on Arts, festival que explora e promove a relação entre cinema e arte.
É membro fundadora da Films on Art Network, rede mundial de profissionais que atuam em festivais de filmes sobre arte, atualmente composta por membros de países da América do Norte, América do Sul, Ásia e Europa, e tem como objetivo possibilitar o intercâmbio de conhecimentos e práticas.
É diretor e montador natural de São Paulo, atuando na área audiovisual desde 2003. Fez recentemente a montagem do longa-metragem “Sérgio Mamberti” de Evaldo Mocarzel e “Luiz Melodia – No Coração do Brasil” de Ale Dorgan, ambos em finalização. Seu primeiro longa-metragem como diretor e montador, “Dominguinhos” de 2014, foi indicado ao prêmio de melhor montagem e ganhou o prêmio de Júri Popular de melhor Documentário no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro em 2015. Seu segundo longa-metragem como diretor e montador, “Teatro Oficina – Máquina do Desejo”, ganhou diversos prêmios, incluindo o de melhor montagem e menção honrosa do júri no festival É Tudo Verdade 2021, melhor documentário pelo Júri Popular do festival Mix Brasil 2021, entre outros. Participou da montagem e do desenho de som do documentário “Democracia em Vertigem” de Petra Costa, indicado ao Oscar de melhor documentário em 2020. Castro também colaborou na montagem de diversos outros filmes, como “Babenco: Alguém Tem Que Ouvir o Coração e Dizer Parou” de Bárbara Paz, vencedor do Festival de Veneza de Melhor Documentário, entre outros.
É diretor, roteirista, editor e professor.
Seu longa de estreia, Still Love, foi selecionado em festivais como IDFA, HotDocs, Docs Barcelona, Guadalajara e Havana. Seu segundo filme, Olhando para o Céu, conquistou o prêmio do público em Gramado. Seu terceiro filme, Ficción, estreou no festival BAFICI.
Também realizou documentários comemorativos dos dez anos do Auditório Nacional de Sodré, dos noventa anos do Sodré e dos dez anos da Fundação Pablo Atchugarry.
Graduado em engenharia audiovisual pela Universidade Católica do Uruguai. Atua no meio audiovisual há 15 anos, com foco principalmente no cinema documentário e de ficção. É diretor, editor e diretor de som de vários filmes, séries de TV, videoclipes e curtas-metragens uruguaios. Há mais de 10 anos é professor de pós-produção de imagem e som na Universidade Católica do Uruguai.
